29/04/2009 - Bradesco muda questionário para simplificar contratação

A partir do dia 1º de maio, todos os seguros - renovações ou novos contratos - do Bradesco Seguro Auto virão com mudança na pergunta referente à contratação da cobertura específica para condutores com idade variando de 18 e 25 anos. O texto atual da pergunta ("Quer cobertura para filhos/enteados entre 18 e 25 anos"?) passará a ser o seguinte: "Quer cobertura para qualquer condutor entre 18 e 25 anos"?).
Segundo comunicado enviado pela Bradesco Auto/Re para corretores, a mudança tem o objetivo de simplificar o processo de contratação e de regulação do sinistro.
Os contratos antigos, com vigência anterior à data de modificação, não necessitam de alteração ou endosso.
A versão atualizada em 1º de abril já conta com a alteração no questionário, caso seja necessário calcular as renovações ou novos seguros, que terão início de vigência em maio.
 




Fonte: CQCS

29/04/2009 - MAPFRE lança seguro para eventos que conta com 30 coberturas diferentes

Ao todo são 30 coberturas passíveis da contratação, que vão desde intempéries climáticas até o não comparecimento de pessoas indispensáveis à realização do evento. Produto é o único no mercado nacional que engloba, em apenas uma apólice, grande variedade de serviços para os riscos contratados.

Garantir proteção para eventos corporativos, privados, esportivos, técnicos, festivais, feiras e exposições, concertos e shows: esta é a nova proposta da MAPFRE Seguros para atender o expansivo mercado de eventos. Para tanto, a companhia acaba de lançar no mercado brasileiro o Multiriscos Eventos, produto que possui um ?mix? de coberturas que visam amparar prejuízos que o segurado possa ter em razão dos mais diferentes tipos de riscos.

O plano abrange soluções diversificadas e garante cobertura em casos de cancelamento - abandono, interrupção, transferência ou adiamento, no todo ou em parte, do evento segurado, não comparecimento e responsabilidade civil, oferecendo, nesta última, proteção para danos morais, instalação e montagem do local, produtos, alimentos e bebidas e, disponibiliza ainda, uma exclusiva cobertura de responsabilidade civil cruzada, que garante danos causados pelas empresas prestadoras de serviços e/ou participantes do evento segurado.

O seguro oferece também opções adicionais, como coberturas para animais, bagagens, condições climáticas adversas, guarda-roupa (vestuário), instrumentos musicais, fogos de artifício, marquises temporárias, perda forçada de público, valores arrecadados na bilheteria, bens de escritórios avançados e responsabilidade civil (bens de terceiros, empregador, guarda de veículos de terceiros e veículos terrestres motorizados a serviço da produção), dentre outras.

De acordo com o diretor de Negócios Massificados e Microsseguros da companhia, Valmir Alves da Silva, o país vem ganhando cada vez mais investidores nessa área. ?O aumento do volume de eventos empresariais, festas, conferências e shows no Brasil incentivou a MAPFRE a voltar suas atenções para o desenvolvimento deste tipo de produto, inclusive, com diferenciais exclusivos para o mercado,? explica.

Para Valmir ,?devido à sua singularidade, o Multiriscos Eventos fornece um grande leque de garantias personalizadas, para os públicos envolvidos nos mais variados tipos de acontecimentos, inclusive em eventos como casamentos e festas e reuniões de empresas, que hoje se realizam sem nenhuma ´proteção securitária? finaliza.
 




Fonte: CQCS

29/04/2009 - Comissão rejeita prorrogação sem ônus de seguro de automóvel

O deputado José Carlos Araújo apresentou parecer pela rejeição do projeto.
A Comissão de Defesa do Consumidor rejeitou, na quarta-feira (1), a prorrogação do seguro de automóvel, sem ônus para o segurado, pelo período em que o veículo permanecer em oficina credenciada para reparos.

A medida está prevista no Projeto de Lei 3411/08, do deputado Giacobo (PR-PR). Segundo o texto, o aumento do prazo valeria para as coberturas de colisão, incêndio e roubo.

O relator da matéria na comissão, deputado José Carlos Araújo (PR-BA), defendeu a rejeição da proposta com o argumento de que essa medida aumentaria o custo do seguro.

Cálculos

Araújo lembra que contratos dessa natureza são feitos por prazo determinado, com base em cálculos que levam em conta as estatísticas dos prejuízos, as características do bem e a exposição a riscos potenciais, entre outros fatores.

"Com base nas projeções atuariais, é estabelecido o valor do prêmio, isso é, o custo do seguro, por prazo certo. A seguradora cobra um dado valor para garantir o ressarcimento dos danos, em função das condições de uso do veículo e idade do segurado", lembrou o deputado.

Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
 




Fonte: CQCS

29/04/2009 - Paraná lidera gastos do DPVAT

Nove hospitais do estado estão na lista dos que mais recebem dinheiro do seguro obrigatório contra acidentes de trânsito.

Nove hospitais do Paraná estão entre as 18 instituições de saúde do país que mais receberam recursos do seguro obrigatório DPVAT durante o ano de 2008. O seguro serve para cobrir despesas médicas e hospitalares por causa de acidentes de trânsito. O Hospital Universitário Cajuru é o campeão, com R$ 4.776.467,40, seguido do Hospital Evangélico de Curitiba, com R$ 3.959.934,32. O Hospital do Trabalhador ficou na quarta posição, com R$ 3.041.276,90.

Na soma, hospitais paranaenses e catarinenses abocanharam 51% do DPVAT no ano passado, embora os dois estados respondam por apenas 9% da frota nacional de veículos. Os números criaram um bate-boca entre seguradores, dirigentes de hospitais e políticos.

Ontem, foi adiada na Câmara dos Deputados, em Brasília, a votação da Medida Provisória nº 451/08, que acaba com o pagamento de indenização a hospitais que têm convênio com o SUS (leia mais ao lado).

Os hospitais filantrópicos conveniados ao SUS dizem que, caso não possam mais usar a verba do DPVAT, vai faltar dinheiro para a saúde. É que o seguro obrigatório não apenas injeta dinheiro nos hospitais, como paga melhor do que o SUS pelos procedimentos realizados.

Por outro lado, a Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg) lembra que 45% dos cerca de R$ 4,5 bilhões arrecadados no país com o DPVAT são destinados ao SUS.

Há ainda a suspeita de cobrança dupla por parte de alguns hospitais. Ou seja, a vítima seria internada pelo SUS, e o hospital depois cobraria a indenização do DPVAT.

Segundo Ricardo Xavier, diretor-presidente da Seguradora Líder, que administra o grupo de seguradoras responsáveis pelo DPVAT, há outras distorções. ?O seguro é de reembolso, mas nos últimos anos os hospitais começaram a receber o dinheiro, com um termo de cessão de direito assinado pelos pacientes?, disse. Ele afirma que 85% das indenizações ficaram com os hospitais no ano passado, o que demonstra um desvio de função. ?O atendimento deveria ser feito pelo SUS, um direito do cidadão, e o seguro fica para cobrir a cirurgia reparadora ou a fisioterapia.?

O empresário Rogério Fermino da Silva, 25 anos, sofreu um acidente de carro há cerca de 1 ano, no bairro Alto Boqueirão. Ele bateu o veículo numa árvore e cortou a testa. A sua namorada machucou a boca. O casal se dirigiu ao Hospital do Trabalhador, onde Silva levou um ponto na testa e a namorada recebeu um curativo. ?Eles pediram para assinar uns papéis. Depois veio uma carta informando que o DPVAT pagou R$ 326 pelo meu ponto, que foi retirado numa unidade de saúde, e cerca de R$ 300 pelo curativo dela. Isso é um absurdo. Nem um hospital particular cobraria tanto?, afirmou.

Explicação

A hipótese de fraudes e cobranças duplas é descartada tanto por Matheos Chomatas, diretor de Serviços de Urgência e Emergência da prefeitura de Curitiba, como pelos hospitais Cajuru, Evangélico e Trabalhador. Segundo Chomatas, a conta do SUS vai aumentar se o DPVAT não pagar mais as despesas dos acidentados no trânsito que são atendidos pelos hospitais filantrópicos.

Já o Hospital Cajuru afirmou que recebeu o maior valor de todos os hospitais no Brasil, R$ 4,77 milhões em 2008, porque atende 60% das vítimas de acidentes de trânsito na capital.

No caso do Hospital do Trabalhador, o diretor-geral Geci Ladres de Souza Junior disse que a instituição recebeu um valor alto porque atende muitos acidentados no trânsito, cerca de mil pacientes por mês. Sobre a reclamação de que o hospital não estaria explicando para o paciente sobre a cessão de direito de indenização do DPVAT, Souza disse que as pessoas assinam seis vezes o documento que transfere de mãos o benefício.
 




Fonte: CQCS

29/04/2009 - IRB-Brasil Re faz 70 anos e busca parceiro

Um ano depois da abertura do mercado de resseguros, o IRB-Brasil Re, que completa 70 anos, ainda responde por mais de 90% das operações do setor. Mesmo com a liderança isolada, o IRB não está parado. Busca parceiros estratégicos no exterior e está fazendo uma reestruturação interna, contou ao Valor o presidente do IRB, Eduardo Nakao. O mercado local foi aberto em abril de 2008 e já conta com quase 60 resseguradoras estrangeiras.

Criado pelo presidente Getúlio Vargas em 3 de abril de 1939 para fortalecer o mercado local de seguros, o IRB é hoje o maior ressegurador da América Latina e um dos 20 maiores do mundo. Em 2008, até novembro, registrou prêmios de R$ 3 bilhões. O balanço final do ano passado deve sair nos próximos dias.

Avesso a entrevistas, Nakao falou ao Valor, por meio de correio eletrônico, sobre o primeiro ano da abertura, o aumento dos preços do resseguro no Brasil e contou que, em tempos de crise, o IRB também está mais conservador e seletivo. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Valor: O IRB-Brasil Re faz aniversário no mesmo mês que a abertura do setor de resseguros completa um ano. Qual a avaliação do primeiro ano da abertura?

Eduardo Nakao: O primeiro ano de abertura ocorreu de acordo com as expectativas. Em 2008, os resseguradores que se cadastraram na Superintendência de Seguros Privados (Susep) consumiram a maior parte do tempo conhecendo as peculiaridades do resseguro no Brasil; as seguradoras, que são seus clientes diretos; e aqueles que serão seus principais segurados, em razão da especialização de cada um. Na realização de operações de resseguro, os resseguradores cadastrados atuaram em linhas de negócio selecionadas, de acordo com a especialização de suas sedes.

Valor: Depois de 69 anos de monopólio, como é atuar em mercado competitivo, com a presença de resseguradores internacionais?

Nakao: É estimulante, porém não chega a ser exatamente uma novidade. Quando detinha o monopólio, o IRB assumia todos os riscos do país e, por não poder retê-los na íntegra, por falta de capacidade financeira ou por razões de concentração de riscos, retrocedia o excedente para os resseguradores internacionais, em condições competitivas. Assim, disputar o resseguro oferecido pelas seguradoras, na presença de concorrentes, deixou de ser uma atividade desconhecida. Para completar, neste primeiro momento da abertura, os concorrentes, ao atuar com a precaução que deveria ser uma postura típica de todos os resseguradores, facultaram a prevalência da tradição do IRB.

Valor: Qual a expectativa para o segundo ano de abertura, que contará com mais resseguradores locais, como a Mapfre Re e a XL Re?

Nakao: Espera-se que o IRB-Brasil Re mantenha a sua função de principal player do mercado nacional. As seguradoras têm ciência de que, em qualquer situação, não deixaram de ser atendidas, e os segurados que cumprem todos os quesitos exigidos no contrato de seguro nunca deixaram de receber a indenização na ocorrência de sinistros, quando a responsabilidade do resseguro recai sobre o IRB-Brasil Re.

Valor: Para 2009, o IRB-Brasil Re se manterá com a fatia atual de 90% do mercado ou espera-se uma perda dessa participação?

Nakao: Quando o número de concorrentes aumenta, é natural haver uma queda de participação relativa de cada participante. Entretanto, o IRB-Brasil Re não vai mudar sua política de aceitação de risco para aumentar seu market share. Como o ano de 2009 vem com incertezas para os participantes da economia, as diretrizes do IRB estão mais rígidas, se comparadas àquelas praticadas em anos anteriores. Portanto, a estabilidade ou perda da participação relativa no mercado pelo IRB será determinada pelos cuidados que as seguradoras adotarão em sua atividade de subscrição.

Valor: Qual o impacto da crise financeira mundial nas operações do IRB-Brasil Re? O IRB está mais criterioso? Mais conservador e seletivo?

Nakao: A crise financeira por que passam quase todos os países determina uma política de subscrição com elevado grau de conservadorismo para os resseguradores, inclusive para o IRB-Brasil Re. A seleção de riscos torna-se mais rigorosa e sua aceitação, na solicitação de resseguro, passa a ser analisada com base nos efeitos esperados imediatos.

Valor: Os preços do resseguro subiram no Brasil como subiram no mercado externo?

Nakao: Sim. Em geral, seguradoras e resseguradores demandam um relacionamento de longo prazo. O segurado que respeita esta premissa terá sempre o respaldo do seguro, e a seguradora por ele selecionada terá todas as condições para proteger o patrimônio em risco diante de um ressegurador. Assim, uma elevação marginal dos prêmios já será observada no seguro e, consequentemente, no resseguro, na atual circunstância de falta de capacidade para a absorção de múltiplos riscos. Já os clientes que preferem a troca constante de seguradoras e de ressegurador, poderão, em determinado seguro, sofrer significativo aumento dos prêmios, por conta da resposta competitiva em ambiente adverso no curto prazo.

Valor: A reestruturação do IRB-Brasil Re, que começou a ser feita antes da abertura do setor, já terminou? O que falta ser feito e quais os próximos passos?

Nakao: Ainda não. Todos os passos para o IRB se manter competitivo no ambiente concorrencial já foram estrategicamente traçados e estão sendo implementados. Por exemplo, o banco de dados sistematizado, pronto para ser utilizado nos cálculos atuariais e no preenchimento de formulários a serem remetidos aos retrocessionários (resseguradoras que ficam com parte do risco) que dão suporte à carteira de riscos retidos, está na fase intermediária de sua implementação. O aspecto mais importante, no entanto, que é a mudança de cultura do quadro de pessoal próprio, já é uma etapa vencida e, portanto, os passos finais e definitivos para a consolidação de um ressegurador competitivo serão, agora, de fácil execução.

Valor: Em termos de profissionais, o IRB-Brasil Re precisa de mais gente? Como o profissional mais antigo se adaptou à abertura?

Nakao: Para acelerar o cumprimento das etapas necessárias para a consolidação de um IRB-Brasil Re forte e competitivo, uma das opções seria a de aumentar temporariamente o quadro de pessoal para, em um ou dois anos, reduzi-lo. O tamanho da redução prevista, após a finalização das tarefas hoje necessárias, deveria ser superior à elevação transitória, para que o número de empregados, no futuro, fosse menor que a dotação existente hoje. Mas, em se tratando de uma sociedade de economia mista, considero difícil avançar nesse sentido. Os empregados, antigos ou não, aceitaram o desafio de enfrentar a concorrência e estão sabendo utilizar eficazmente a experiência acumulada no período de monopólio, pela leitura nos documentos e o aprendizado correspondente, além da transferência de conhecimentos por tradição oral.

Valor: Qual a perspectiva para o mercado ressegurador em 2009, considerando a desaceleração da economia mundial e local?

Nakao: A perspectiva no ano de 2009 é de crescimento, sem significativo incremento nos riscos a serem concretizados. As empresas que buscam lucro sabem atuar em situações de crise econômica para maximizar o valor atual dos retornos esperados em anos subsequentes. Respaldado nessa tese e nas condições estruturais da economia brasileira, que tem espaços a serem ocupados pelas operações de seguro, tenho expectativa de crescimento da indústria de resseguro em percentual positivo superior a 5%.

Valor: O senhor declarou em 2008 que o IRB-Brasil Re iria buscar parcerias estratégicas operacionais no exterior. Houve avanços?

Nakao: Sim. O processo de formação de parcerias continua como meta estratégica da empresa. São parcerias sem qualquer mudança societária e, principalmente, sem concessão de exclusividade a qualquer ressegurador que mostre interesse na atuação conjunta, com regras previamente combinadas. Existem outros acordos operacionais sob exame na área técnica, preferencialmente em linhas de negócios que o IRB tem presença mínima como ressegurador. São acordos sem exclusividade e com intercâmbio de experiências, como dados históricos sobre as operações de resseguro no Brasil, acesso rápido e ampliado a seguradoras nacionais e análise de diluição de risco.
 




Fonte: CQCS


   
29/04/2009 Garantia-Safra: pagamento começa dia 16 de abril
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